A Sociedade dos Poetas Safados – Conto I – Parte 4

Voltei para o sofá-cama e me sentei ao seu lado.
— Não vai tirar a roupa? — questionou-me ele, passando a mão sobre a vara grande e pulsante que ainda estava escondida dentro da cueca boxer branca.
— Tudo ao seu tempo…
Voltei a mordiscar os seus peitos e fui subindo, deixando uma trilha de beijos molhados até chegar a sua boca. E quando lá cheguei, parei por um momento e roçamos os nossos lábios de um modo bem provocativo. Nisso, um arrepio maravilhoso me tomou o corpo por completo. Era como se uma centelha elétrica tivesse dado o start para a safadeza que iria começar em breve.
Cheio de desejo, olhei-o nos olhos e demos um sorriso meio bobo antes de nos entregarmos à tentação. Ainda sorrindo, coloquei a minha mão em seu rosto e logo em seguida, invadi a sua boca com a minha língua grande e sedenta.
Beijamo-nos, e enquanto que as nossas línguas iam uma em busca da outra, nossas mãos passeavam por nossos corpos de uma maneira quente e lasciva. Aroldo, sem parar de me beijar, colocou suas mãos em meu cinto e o retirou com destreza, em questão de segundos. Em seguida, o embolou em sua mão e o colocou no canto do sofá, para que não nos atrapalhasse.
Satisfeito com o seu ato, eu o induzi, com a força do meu corpo, para que se deitasse e abrisse as pernas. Assim feito, nosso corpos roçavam um contra o outro e aos poucos, o habilidoso artista ia desabotoando a minha camisa de marca francesa e importada. E, quando tirou o último botão da casa, ele passou as mãos sobre os meus ombros e sussurrou ao meu ouvido para que eu a tirasse logo.
Alegre com o seu pedido, olhei-o e o beijei, deliciosamente.
Sob o seu olhar atento, tirei a minha camisa de uma maneira nada sexy e a joguei no mesmo puff onde estava o meu paletó. Em seguida, desabotoei a minha calça social preta de marca italiana e a tirei com cuidado, pois eu havia pagado uma nota preta no conjunto completo.
Contente, levantei-me e a coloquei em cima das outras peças de roupas. Vestido com uma cueca cavada de tom cinza-escuro, eu subi novamente no sofá-cama e o puxei em minha direção. Ajoelhados, nós nos beijamos calorosamente e a minha mão, nada boba – mas bem safada, entrou em sua cueca e foi direto ao encontro do seu orifício; que ao primeiro toque parecia ser um pouco peludo.
“Delicia demais! Amo chupar um cu peludinho”. Pensei, enquanto rodeava o meu dedo sobre o seu orifício.
Aroldo, sentindo o meu toque incrivelmente lascivo, soltou um gemido ronronante em minha boca e me apertou ainda mais aos seus braços fortes e levemente musculosos.
— Era isso que queria passar em sua pintura, Aroldo? — sussurrei ao seu ouvido, depois de ter lhe mordido o ombro.
— Sim, era bem isso. Mas espero que avancemos bem mais do que imaginei.
— Claro, sem dúvida alguma…
Beijei-o novamente e quando senti que ele iria me chupar os lábios, eu o afastei um pouco e ele ficara um tanto quanto desapontado e intrigado ao mesmo tempo.
Olhei-o nos olhos com um sorriso travesso e passei a minha mão sobre a sua enorme rola, acariciando-a por cima da cueca que já tinha uma pequena marca de pré-gozo bem evidente. Ao reparar nesse distinto detalhe, minha boca se encheu d’água em questão de pouquíssimos segundos. Extasiado, desci a sua cueca com ambas as mãos e expus o meu segundo objeto de desejo: aquele caralho formidável que a ele pertencia.
— Que cacete grande! Tão belo quanto ao dono.
— Obrigado — disse, pegando um pouco do seu líquido viscoso e o levando a boca para saborear.
Com o dedo indicador ainda dentro da sua boca quente e gostosa, eu me abaixei e abocanhei a sua vara grande e grossa. Não resisti ficar apenas admirando-a com os meus olhos e com as minhas mãos.
Primeiramente, deliciei-me grandemente com a sua glande meio avermelhada e lhe chupei o prepúcio espesso por várias vezes, antes de focar a minha atenção em sua vara por completo. Aroldo soltou um gemido e apoiou uma de suas mãos sobre a minha cabeça e me ordenou que a chupasse logo, pois queria sentir como era foder a minha boca aveludada.
Não me fiz de desentendido e a engoli, até onde conseguia ir.
— Isso seu safado! — murmurou ele, começando a foder a minha boca.
Seu gosto de macho encheu as minhas narinas assim que afaguei os seus pentelhos fartos e de fios grossos. E, para a minha felicidade, o gosto agridoce do seu pré-gozo agradou de imediato as minhas papilas gustativas, causando-me sensações luxuriantes e aumentando ainda mais a minha vontade de chupa-lo.
— Ah! — gemeu gostosamente, assim que mordisquei a sua glande e fiquei passando a ponta da minha língua sobre ela por várias vezes. — Que boquinha gostosa, hein Ismael? Nossa! Assim você me deixa doido…
— Essa é a intenção, meu negro gato — eu disse, assim que engoli a saliva.
— Ah é?
Aroldo sorriu e me empurrou para trás. Eu caí meio deitado no sofá-cama e ele imediatamente retirou a minha cueca de um modo meio brusco e encantador.
— Agora é a minha vez… — comentou, com os olhos brilhando.
Nem tive tempo de comentar nada, pois assim que terminou de falar, sua boca sugou a minha glande de modo bem visceral e forte.
— Hmmm… — gemi um pouco descontrolado, com a boca e os olhos bem fechados.
Aroldo saboreou a minha rola e a engoliu por completo, pois eu não era dotado como ele. E a cada arremetida que ele dava, eu suspirava e soltava murmúrios de prazer.
Depois de ter se saciado, ele prestou atenção ao meu saco e o chupou carinhosamente. Em seguida, levantou as minhas pernas e roçou os seus lábios em cima do meu orifício recém-depilado. E, ao sentir a sua língua passeando em minha regada, eu me arrepiei por inteiro e apertei um dos meus peitos fortemente.
— Ah!
— Gosta é, safado?
— Muito…
— Então fica de quatro pra mim.
Posicionei-me e abri a minha bunda com ambas as mãos. Aroldo deu um leve tapa na minha bunda branca e disse que iria arromba-la em breve. Eu sorri e disse que ele poderia fazer o que quisesse com ela.
E foi isso que ele fez. Tomou-a para si e me arrombou com a sua língua experiente e sedenta para me satisfazer. Arrombou-a com os seus dedos esguios e provocantes. Arrombou-a maravilhosamente, como há tempos eu não era arrombado.
— Mas que cuzinho gostoso, Ismael! — exclamou e me deu outro tapa, mais forte que o primeiro.
— Que bom que gostou, Aroldo — eu disse e dei uma longa respirada.
— Vou ali pegar umas camisinhas e já volto.
Aroldo se levantou e foi direto em direção ao quarto. Acendeu a luz antes de abrir a porta de um guarda-roupa e tirou alguma coisa de dentro dela, fechando-a em seguida. Antes de sair, desligou a luz amarelada e veio em minha direção. A mim só restou admirar aquela belezura toda. Dos pés a cabeça.
Continua

Este conto faz parte do e-book A Sociedade dos Poetas Safados do escritor Mike Schmütz () e o mesmo se encontra integralmente disponível para venda no site da . Conheça também outras obras do autor e apoie um escritor que publica a sua obra de forma independente.



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